Depoimentos

Conhecemos a Vanessa, a Isadora e o pai Leo, há 20 dias, mais ou menos, na praça perto da nossa casa. Aqui vai o relato do primeiro mês da diabetes da Isa, uma graça de menina, que já virou amiga do Gui!!!

“Olá Joana,

demorei mais estou aqui. Hoje faz 1 mês que a Isadora foi diagnosticada diabética tipo 1, quando soube no pronto socorro parecia que estava dentro de um poço, ou em um pesadelo. Queria que alguém me acordasse mas medica disse “calma mãe, agora vamos ter que cuidar dela”, liguei imediatamente para meu marido que achou que era erro pq a medica tinha dado soro com glicose para a Isa mas então lembramos que o sangue foi colhido antes do soro, pois bem ficamos no hospital durante 6 dias; com a graça de Deus não precisou de UTI, mas só de ver minha filha no soro e sendo picada a todo o momento eu queria sumir, mais quem sumiu mesmo foi meu marido. Ele ficou louco nem conseguia visita lá , mas qdo ela teve alta foi que a ficha caiu: meu Deus agora é por minha conta fiquei eu louca e meu marido mais calmo, só que ela só me deixava aplicar a insulina e eram 6 picadas nph e rápida. Nossa, eu tremia, errava ela, chorava.

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A Renata é mãe da Malu, 5 anos, diabética desde os 4 e da Mafê, que tem 1 ano….pois é, a descoberta veio junto com a gravidez da irmã…. Ela contou a história delas através do contato do blog, e vou dividir com vocês, porque comprova o que eu sempre digo: a gente encontra força quando precisa!!! Fique Tranquila Renata, vocês não estão sozinhos!!!

“Olá Joana,

minhas duas menininhas já estão dormindo, a mais velha de 5 anos,
é diabética a 1 ano e 1 mês. Ao ler seus arquivos, os de fevereiro
principalmente, chorei muito, me vi novamente desesperada, sentindo
o estômago doer, o frio na barriga e tudo que veio junto com o diagnóstico de diabetes da Malú.

Foram dias de sofrimento, de todos aqui em casa. Ela é uma guerreira,
sofreu claro, mas ainda assim ajudou principalmente a mim, eu estava no sétimo mês de gravidez da Mafê, morria de medo de agulha e imagine que ela só deixava eu aplicar, tive de engolir o medo e fazer o que tinha
de ser feito.

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E lógico, que do lado do meu pai, está a super avó ajudando…. Hoje é minha melhor amiga, apesar das besteiras que nos falamos às vezes….mas amizade é isso também, né? Amo muito!

Minha crença religiosa já me ensinou que devo perguntar para que? em lugar de por que?

Para que o Guilherme desenvolveu diabetes?

O que todos nós,  que o amamos,  temos que aprender?

Como temos que nos comportar, daqui em diante?

Num primeiro momento, é lógico, ficamos atordoados.

A cada picada no dedinho do Gui,  para medir a taxa de glicemia, o coração da gente se aperta e quer dar o próprio dedo para picar, já que a alma está afundada em dor.

Mas, ele é um bravo e está servindo de exemplo para mim, que sempre reclamei das picadas de dedo que a vida me deu.

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O meu pai passa a manhã todo com o Gui, dá almoço, leva e busca na escola….ele se auto denomina “babá de luxo”!! Mas com o texto abaixo, não preciso dizer muito mais…

“Passado o “choque” da descoberta da diabetes, as coisas parecem estar sob controle, ou pareciam, até hoje. Como avô muito próximo do Gui, pois praticamente atuo como babá no período da manhã, minha grande preocupação até hoje foi a de manter um equilíbrio entre alimentação e atividade física, não só para que ele se sinta bem, mas também para “escapar” das aplicações de doses corretivas de insulina, a tal Novorapid,  pois as normais, que agem mais lentamente e ao longo do dia, aplicadas de manhã e à noite, ficam por conta dos pais. Com isso, as medições da glicemia, antes das principais refeições, ficaram sempre ao redor de 8 0

Bastou eu me sentir o Ban Ban Ban, e hoje, ainda não sei bem o porquê, a glicemia acusou 176 antes do almoço. Bateu em mim aquela sensação desagradável, pois finalmente sobrara para mim a missão de dar uma agulhada no neto. Mas felizmente passei em dois testes: o primeiro foi o de conseguir a aceitação do Gui para o fato, e após longa negociação e a milagrosa interferência da Joana, via fone, foi feita a aplicação; o segundo: após a aplicação ouvir do neto que ele te ama muito, não é para qualquer coração – fui aprovado também nesse item, e ainda por cima, perguntado pela “secretária” da Joana que nota ele me dava, recebi 10 (acho que só não foi “com louvor” porque ele ainda não entende dessas coisas).

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Segue o depoimento da Débora, nova visitante do blog, que está compartilhando com a gente a experiência dela com a diabetes da filha, Luana, de 2 anos:

“Meu nome é Debora, e sou mãe da Luana, hoje com 2 anos e 3 meses, e também é diabética a quase 6 meses.
Bem, nunca tive contato com diabetes (para falar a verdade, sempre achei que fosse doença de pessoas idosas)que falta de informação,Né?

Vou contar um pouquinho como tudo aconteceu, a Luana sempre foi uma criança saudável, apenas umas raras gripes , mas em outubro do ano passado minha mãe  que já foi enfermeira achou a Luana bebendo muita água e fazendo muito xixi, como trabalho o dia inteiro fica difícil de observar tão de perto, a única coisa que me preocupava – acha que ela esta emagrecendo muito e estava com um sono muito agitado. Marquei uma consulta e hora que a pediatra colocou na balança ela tinha emagrecido muito de fato, ela pediu vários exames que fiz no outro dia (buscei os resultados dos exames no mesmo dia pela internet) e vcs acreditam que a glicemia dela estava 75.

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Recebi este E-mail de um grande amigo, que trabalhou comigo em 2008. Apesar da distância, nunca perdemos contato, por mais virtual que seja. Foi uma surpresa tão boa, que achei bacana compartilhar com vocês, depois da autorização dele!!!

Obrigada parceiro!

“Oi Josinha,
fiquei sabendo que o Gui está com diabetes e realmente só liguei os pontos de algumas twitadas que vc deu agora.
Quero te falar que estou com você em espírito, corpo presente, alma e o que mais diabos for preciso viu.
Fui visitar o blog criado por vc e me emocionei muito ao ler as estórias e toda a jornada que vocês passaram desde fevereiro.
Fiquei muito triste de ver o Gui nas fotos do hospital, abatidinho daquele jeito. Me tocou muito e me lembrou do meu irmão pequeno que passou por momentos ruins no hospital, mas por causa de um câncer.

Fico feliz em saber que as coisas estão se ajustando e que, apesar da rotina alterada, é apenas mais uma rotina. Diferente, sim. Incômoda as vezes, claro.
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Ontem recebi um comentário no blog, de mais uma mãe que acabou de descobrir o diabetes na filha de 7 anos:

Publicado por KELINE MENDES em 17/04/2010 às 5:35 PM r r  edit

“oi Joana sou mãe da Clarice com 7 anos (completados no ultimo dia 8 de abril), descobri que minha filha tinha diabetes tipo 1 no dia 24 de fevereiro de 2010, após um exame de rotina. fiz o exame ás 7:30 e ás 15:30 minha filha saiu direto da escola para o hospital. não é necessario falar o quanto foi traumatico tudo isso para nos duas.
ao contrario do Gui, clarice toma apenas 22u de levemir em jejum e o meu maior problema são as hipos ela varia a glicemia na casa dos 70- 80, raramente 90. Dessa forma preciso dar comida ela as 3 horas da manhã e inclusive medir na escola. ainda estou assustada e perdida. mas por minha filha dou a minha vida se necessário.”

Keline, ainda estamos longe de saber tudo sobre essa tal diabates, mas se pudermos ajudá-la de alguma maneira nesse início, trocando experiências, estamos por aqui.

Hoje, a Nicole postou um texto lindo, que reflete muito o que eu acredito mesmo: nós somos especiais por termos a chance de aprender com o diabetes! Vejam o que acham:  Como Deus escolhe os pais de um anjinho diabético“.

Força, beijos.

Força, sempre!!! Beijos

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A irmã do Léo, Patricia, é a madrinha do Gui. Tem 3 filhos lindos, e tenho orgulho em dizer que vi os 3 nascerem (ok, a Cacá já tinha 1 mês…..há 15 anos atrás…)!! Sempre foi uma referência para mim no que diz respeito à força, garra e cuidados médicos!! Não é médica formada, mas poderia….sabe de tudo! Foi quem me ajudou em casa, assim que saí da maternidade, com o primeiro banho do Gui….não preciso dizer mais nada, né?

“Gente, aqui é a Dinda do Gui.

Sábado ele veio almoçar conosco e de repente a Joana me falou q teria q aplicar a Novorapid antes da refeição.
Já me coloquei em posição para a aplicação.

Prestei atenção a todos os detalhes e coisa e tal…

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Depoimentos, Hiperglicemia, Vitórias

Bom, nada mais justo do que deixar o próprio contar sobre a primeira aplicação de insulina no Gui, certo? Segue abaixo texto que acabei de receber do meu anjo da guarda, meu pai:

“Passado o “choque” da descoberta da diabetes, as coisas parecem estar sob controle, ou pareciam, até hoje. Como avô muito próximo do Gui, pois praticamente atuo como babá no período da manhã, minha grande preocupação até hoje foi a de manter um equilíbrio entre alimentação e atividade física, não só para que ele se sinta bem, mas também para “escapar” das aplicações de doses corretivas de insulina, a tal Novorapid, pois as normais, que agem mais lentamente e ao longo do dia, aplicadas de manhã e à noite, ficam por conta dos pais. Com isso, as medições da glicemia, antes das principais refeições, ficaram sempre ao redor de 8 0.

Bastou eu me sentir o Ban Ban Ban, e hoje, ainda não sei bem o porquê, a glicemia acusou 176 antes do almoço. Bateu em mim aquela sensação desagradável, pois finalmente sobrara para mim a missão de dar uma agulhada no neto. Mas felizmente passei em dois testes: o primeiro foi o de conseguir a aceitação do Gui para o fato, e após longa negociação e a milagrosa interferência da Joana, via fone, foi feita a aplicação; o segundo: após a aplicação ouvir do neto que ele te ama muito, não é para qualquer coração – fui aprovado também nesse item, e ainda por cima, perguntado pela “secretária” da Joana que nota ele me dava, recebi 10 (acho que só não foi “com louvor” porque ele ainda não entende dessas coisas).

Mas voltando à taxa glicêmica, bateu em mim aquela perguntinha bem chata: será que começa chegar ao fim o tal período de “lua de mel”? Afinal de contas, o lanche das 10:00h de hoje foi muito semelhante ao dos outros dias, e jogamos bola por aproximadamente uma hora. Aliás, ontem já me surgira uma dúvida, pois ao invés de futebol, praticamos natação, e a taxa medida antes do almoço foi 99, mas como a atividade física foi diferente, não dei muita importância, mesmo porque, antes da janta voltou aos níveis anteriores: 84.

Então fica aí o registro, para quem quiser comentar e principalmente opinar.

Vovô Célio”

O que vocês acham (além do meu pai ser show!)??

Força, beijos.